Stephen Strange (Benedict Cumberbatch) leva uma vida bem sucedida como neurocirurgião. Sua vida muda completamente quando sofre um acidente de carro e fica com as mãos debilitadas. Devido a falhas da medicina tradicional, ele parte para um lugar inesperado em busca de cura e esperança, um misterioso enclave chamado Kamar-Taj, localizado em Katmandu. Lá descobre que o local não é apenas um centro medicinal, mas também a linha de frente contra forças malignas místicas que desejam destruir nossa realidade. Ele passa a treinar e adquire poderes mágicos, mas precisa decidir se vai voltar para sua vida comum ou defender o mundo.
Talvez o maior mérito de Doutor estranho seja apresentar um mundo cheio de conceitos e imagens surrealistas, que a maioria dos fãs acharam que nunca viriam na telona. Misturado com um visual incrível, e efeitos de se segurar na cadeira. Dobrar uma cidade no meio é fácil, nesse filme o desafio é o que não pode ser alterado pelos personagens.
O problema é que o filme não vai muito além disso, temos aquela velha historia padrão Marvel, muito similar a do primeiro homem de ferro. Muito dessa semelhança se deve aos dois personagens serem muito parecidos, os dois são gênios naquilo que fazem, arrogantes, e um acidente faz eles buscarem uma redenção por meio de seus "poderes". No final a sensação que dá é que Doutor Estranho podia ser o melhor filme da Marvel, mas acaba caindo nos velhos clichês de filmes de origem.

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