Um ano após ajudar Marlin (Albert Brooks) a reencontrar seu filho Nemo, Dory (Ellen DeGeneres) tem um insight e lembra de sua amada família. Com saudades, ela decide fazer de tudo para reencontrá-los e na desenfreada busca esbarra com amigos do passado e vai parar nas perigosas mãos de humanos.
O filme tem tudo para agradar as crianças e os adultos, mas tem aquele gosto de continuação. A história é meio jogada, Dory começa a se lembrar dos seus pais do nada e resolve ir atras deles. Depois disso, é uma sucessão de acontecimentos um em seguida do outro, do mesmo jeito que foi no Procurando Nemo. Fora isso, a computação gráfica está impecável, da pra ver nitidamente o quando se evoluiu desde o primeiro filme, o oceano, a textura dos personagens, está tudo perfeito, sem contar que a Dory bebezinha é a coisa mais fofa do mundo. No fim das contas, esse é um filme feito para um público que ele consegue atingir em cheio. Destaque para o curta que passa antes do filme, que é a coisa mais incrível do mundo, só ele já valia o ingresso.

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