STAR WARS: O DESPERTAR DA FORÇA

By lucas souza - dezembro 22, 2015


Star Wars: O Despertar Da Força se passa décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.

O filme claramente segue a estrutura do episódio IV, Rey é o Luke Skywalker da vez, toda trama segue ela, que é os olhos do espectador da nova geração. O pessoal que está indo assistir o filme, sem ter acompanhado a trilogia clássica. Finn, o alívio cômico do filme, trás as cenas mais engraçadas do filme, ele nos conta, como a Primeira Ordem recruta os novos Stormtroopers. Crianças são arrancadas de seus país, e submetidas ao treinamento. Poe Dameron, não é muito explorado no filme, só sabemos que ele é um super piloto, basicamente só isso, mas algo me diz que ele vai ter uma importância maior nos outros filme.BB-8 é o robô mais fofinho, e o seu design, sua agilidade, faz com que ele participe mais da história, diferente do R2D2, que não atuava muito na trilogia clássica, até por uma limitação nos efeitos especiais. Rey e Finn formão uma dupla perfeita, John Boyega cativa o espectador, e Daisy Ridley é carismática e apaixonante. A fotografia do filme é linda, os efeitos práticos misturados com os digitais, dão um ar de realismo, tudo que aparece na tela é crível, palpável. É a volta dos efeitos práticos, que infelizmente, George Lucas um dos criadores, parece ter esquecido de usar nos episódios I,II e III.


Kylo Ren é um vilão com questionamentos internos bem interessante, essa coisa de ele querer ser do lado sombrio, mas o lado da luz fica tentando ele, sem falar que a relação dele com seus país, Han Solo e Leia, é bem tragica e conflituosa. Nessa nova trilogia, Han Solo, faz as vezes de obi wan, como figura paterna, e de certa forma, como de um mentor para Rey. Ele apresenta todo esse novo mundo, para aquela simples catadora do deserto. Leia, que agora se chama, General Leia, e comanda toda a rebelião. O General Hux, faz o mesmo papel de Grand Moff Tarkin, é só uma figura de poder, mas que esta abaixo de uma figura maior, lider supremo snoke, que será explorado nos próximos filmes. Capitã Phasma, é o Boba Fett da vez, um personagem com um visual muito legal, mas que... não faz nada no filme (só pra vender boneco).

Star Wars: O Desperta Da Força, é um filme muito bem pensado, ele é atual, trás uma personagem feminina forte, um dos personagens principais negro, e um outro latino. Quebrando vários preconceitos e paradigmas, que ainda existem na sociedade atual. O diretor J.J. Abrams, conseguiu fazer um filme, que agrada quem cresceu assistindo os filmes clássicos, e faz você esquecer os prequels, e ainda apresenta para a nova geração, um filme de fantasia, divertido e que agrada o espectador de todas as idades, desde as crianças, até os fãs mais fanáticos por Star Wars.

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2 comentários

  1. E tem como não amar O Despertar da Força? A história, os personagens, os efeitos, tudo foi muito bem pensado. Vi muitas pessoas que nunca tinham assistido e agora são fãs de Star Wars.
    http://www.lenaveiga.blogspot.com.br/

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